Exhibition
São Paulo : André François - Brazil

Comunidade trabalha em conjunto para ajudar aqueles que precisam de cuidados médicos na cidade. Rio Papuri, Amazonas. © André François 2006

Grupo formado por uma equipe de saúde realiza atendimento cirúrgico em regiões isoladas. A estrutura médica é montada na própria aldeia, com a autorização do cacique. Pari Cachoeira, Amazonas. © André François 2006

A medicina do homem branco auxilia o conhecimento indígena quando este não tem ferramentas para atuar, como em uma cirurgia. Entender esse contexto é trabalhar para melhorar a qualidade de vida de cada etnia. Pari Cachoeira, Amazonas. © André François

A caminho do posto de atendimento Yanomami. Pólo-base Xitei, Roraima. © André François

Yanomami se pinta com urucum a caminho da festa na aldeia. Usar elementos da natureza para se enfeitar faz com que ele se enxergue como parte de seu meio ambiente. Pólo-base Xitei, Roraima. © André François

Yanomami do curso de formação dos agentes indígenas de saúde, no posto de saúde. O curso funciona como uma ponte entre a cultura Yanomami do líder espiritual da aldeia e a medicina do homem branco. Pólo-base Xitei, Roraima. © André François

Em meio à floresta, indígena Yanomami prepara arco e flecha para caçar. A atividade é uma das principais funções do homem na aldeia e é de vital importância para todos. Pólo-base Xitei, Roraima. © André François

Silas, jovem Sateré-Mawé amputou a perna após levar uma picada de cobra que infeccionou rapidamente. Pensou em se matar, pois se julgava um peso para sua comunidade. Essa história mudou quando conseguiu a prótese com uma equipe de saúde. Barreirinha, Amazonas. © André François

Bebê da comunidade Sateré-Mawé é colocado na balança por equipe de saúde para acompanhamento de seu peso. Barreirinha, Amazonas. © André François

A cirurgia oftalmológica é um dos principais benefícios da medicina do homem branco para os indígenas. Sem poder enxergar direito, o índio não pode trabalhar e ajudar sua comunidade. Barreirinha, Amazonas. © André François
Comunidade trabalha em conjunto para ajudar aqueles que precisam de cuidados médicos na cidade. Rio Papuri, Amazonas. © André François 2006
The photographs in the exhibition O Brasil que pouco se vê (Brazil As We Rarely See It) will be displayed on the walls of metro station Luz de São Paulo until December 31. For this series on the theme of health and quality of life of Brazil’s indigenous peoples, the photographer André François spent years in the Amazon among these communities.
Brazil is home to nearly 230 indigenous communities with 870,000 people. In the northern region, where the most isolated of the communities are found, there are 306,000 natives.
These photographs show the relationship between the indigenous culture and nature, its role in their life and health. For the native people, nature is everywhere: in the plant life, in the water, in the animals and inside men. Nature is what provides them with food, with their tools and their medicine. This exhibition is the result of several expeditions into the heart of different indigenous cultures. André François offers viewers a look at the lives of the Sateré-Mawé (in the state of Amazonas), the Kayapó (Pará), and the Yanomami (Roraima).
Céline Chevallier
Read the full text of this article in the French version of Le Journal.
O Brasil que pouco se vê
André François
Until December 31st, 2012
Métro de São Paulo
Brazil
Links
http://www.imagemagica.org/lifeproject
Contributors
Céline Chevallier
